SEU PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

10 pontos a serem considerados quando a mudança está no ar 

 

 Por John Vincent, Q.S.S.P. - Gestor de Desenvolvimento de Negócios, NPD

 Adaptado por: Daniela Moreira – Gerente de Produtos Linha Respiratória – América Latina 

 

Você possui um programa de proteção respiratória implantado. Seu equipamento funciona adequadamente. Os colaboradores o estão utilizando. Agora, aparecem as pressões para mudar: mudanças nas regulamentações, tecnologia nova e aperfeiçoada que promete benefícios significativos para a empresa e seus colaboradores, mudanças no seu ambiente de trabalho, orçamentos mais limitados, maior consciência dos colaboradores a respeito dos novos riscos à saúde do aparelho respiratório.

O que determina o novo desenvolvimento? Mudanças são necessárias? Quais seriam estas? Como você avalia os benefícios em comparação com os custos destas mudanças? Aqui há 10 pontos a serem considerados na determinação se as mudanças devem ser realizadas no seu programa de proteção respiratória e/ou seleção do equipamento.

 

 1. Problemas de Conformidade 

É claro, quanto a mudanças nas regulamentações sobre proteção respiratória, pode não haver opção, exceto tomar determinadas medidas para permanecer em conformidade. Mudanças na regulamentação são realizadas para proteger a saúde e segurança dos colaboradores. Portanto, a empresa deve realizar um estudo completo das regulamentações e avaliar as várias maneiras de cumpri-las com um cronograma determinado.

 

 2. Conforto e Aceitação do Colaborador 

A utilização de respiradores obteve, gradualmente, a aceitação ao longo dos anos em função de programas informativos e motivacionais patrocinados pelo empregador que educaram mais colaboradores sobre a importância de evitar riscos respiratórios. No entanto, obstáculos como conforto e aceitação do usuário permaneceram – obstáculos que, frequentemente, podem ser reduzidos ou eliminados com a melhoria do material ou do design.

Peças faciais feitas de silicone, por exemplo, custam mais que as máscaras faciais de termoplástico ou de borracha, comumente utilizadas. No entanto, se a maior suavidade, melhores características de ajuste e durabilidade do silicone aumentam o conforto e a produtividade do colaborador e reduzem o passivo da empresa pela não conformidade do colaborador, os respiradores de silicone podem muito bem representar o melhor valor e uma razão para selecionar um equipamento diferente.

Considerando as questões de conforto e aceitação, é melhor ter vários usuários testando o novo equipamento e avaliando os aspectos subjetivos - como conforto, peso, facilidade de utilização e desempenho geral do equipamento. Se os colaboradores estiverem envolvidos no processo de seleção, eles estarão mais propensos a aceitar mudanças nos equipamentos que utilizam.

 

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 3. Proteção dos Colaboradores 

Ao avaliar uma mudança de equipamento ou procedimentos do programa de segurança, a proteção dos colaboradores deve ser o principal critério. A mudança oferecerá o nível correto de proteção? É essencial testar a eficiência do novo equipamento no seu ambiente de trabalho específico, e garantir que os colaboradores estão adequadamente treinados, compreendem e aceitam sua utilização.

 

 4. Mudanças no Ambiente de Trabalho 

Profissionais de Segurança devem rotineiramente reavaliar o ambiente de trabalho quando principais novos processos e materiais são introduzidos. Também vale a pena monitorar e reavaliar periodicamente o ambiente de trabalho para garantir que mudanças, como substituição de solventes, produtos de limpeza, revestimentos e outros riscos sejam tratados com seu equipamento respiratório atual.

Da mesma forma, é uma boa prática de segurança reavaliar o ambiente de trabalho sempre que equipamentos ou procedimentos diferentes sejam analisados. Isto garantirá que uma inovação proposta protegerá contra todos os riscos que existem no ambiente atual. 

 

 5. Treinamento do Usuário   

 Outro ponto a ser analisado é como a nova tecnologia e/ou mudanças de procedimento afetarão o treinamento do usuário. Estas simplificarão ou aumentarão as exigências de treinamento do usuário? Quais programas ou recursos de treinamento estão disponíveis para auxiliar no treinamento? Quais são os custos – em termos de tempo do colaborador e materiais de treinamento exigidos? A tendência, é claro, é simplificar o treinamento do usuário. O equipamento de segurança mais fácil é a utilização, o mais provável é que seja utilizado e utilizado adequadamente.

   

 6. Questões Administrativas   

Estimar a vida útil de cartuchos de gás e vapor, por exemplo, e preparar cronogramas de troca de cartuchos pode significar uma responsabilidade significativa em algumas empresas. Um cronograma adequado facilita o controle de inventário e reduz a probabilidade de exposição dos colaboradores aos riscos respiratórios do ambiente de trabalho.

   

 7. Questões de Responsabilidade  

Falências relacionadas a asbestos, chumbo e mineração são exemplos de responsabilidades extremas as quais as doenças respiratórias podem levar. Similarmente, outros contaminantes como moldes tóxicos, que receberam muita pressão ultimamente, se não tratados adequadamente, podem tornar-se os casos de asbestos de amanhã.

Para evitar quaisquer responsabilidades muito menos extremas, mas dispendiosas, os profissionais de segurança devem, algumas vezes, convencer seus gestores sobre a necessidade de níveis mais altos de proteção que os atuais exigidos pelos ógãos governamentais. Os benefícios de evitar passivos futuros podem ser estimados em termos de potenciais reduções no custo de incapacidade ou licenças médicas, bem como perda de tempo. Considerar também que a proteção respiratória adequada pode auxiliar a manter os valores de planos de saúde e indenizações de colaboradores mais baixos que seriam de outra forma.

 

8. Redução de Quantidade ou Custo 

Avaliar cuidadosamente um preço em compração com os custos de ciclo de vida de um respirador.

Normalmente este lhe oferece o que foi pago por ele. No entanto, lembre-se de avaliar primeiro o custo em comparação com os custos de ciclo de vida num contexto da sua aplicação específica.

Por exemplo, você solicita máscaras de proteção contra poeira para uso intermitente durante um projeto de prazo muito curto? Se sim, máscaras descartáveis podem ser a melhor compra. No entanto, se seus colaboradores rotineiramente trabalham em ambientes com poeira, por

horas, a quantidade e o custo de máscaras utilizadas podem aumentar rapidamente, e podem custar milhares de reais anualmente, por colaborador. Se este for o caso, considere uma alternativa para às máscaras descartáveis. Uma inovação recente, por exemplo, é uma máscara semifacial reutilizável com filtros de partículas descartáveis. Além de liberar o ar quente exalado, para uma respiração mais fresca e fácil, a máscara semifacial protege os filtros descartáveis do suor e da umidade. Isto amplia a vida útil do filtro, reduz o consumo de filtros e pode poupar quantidades consideráveis de dinheiro.

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9. Custos e Economias das Empresas 

Enquanto escrever um programa de proteção respiratória e a implementação assídua de um programa de segurança possuem determinados custos atrelados a estes, a segurança paga. Há muita discussão recentemente sobre como calcular os custos das empresas e economias de custos dos programas de segurança. No lado de débito da contabilidade estão as despesas relacionadas a um profissional de segurança, equipamentos e treinamento. No lado de crédito, as economias podem incluir menos ou nenhum dia de trabalho perdido, melhor saúde do colaborador, aumento  

de produtividade, custos menores de seguro, e reduções eficientes em potenciais passivos. Você pode comprovar os Benefícios Finais de Segurança & Saúde? Isto é necessário? Algumas maneiras para estimar as economias de custo oferecidas pelos programas de segurança podem ser aplicadas.

 

 10. Cultura da Empresa  

     Menos facilmente calculados são as economias advindas como resultado de uma cultura aperfeiçoada da empresa. Ainda, muitos estudos de gestão de negócios (Theory Z: How American Business Can Meet the Japanese Challenge de  William G. Ouchi, por exemplo) têm pesquisado culturas de empresas e exaltado o sucesso daquelas que promoveram o bem estar dos colaboradores. Gestores que colocam uma alta prioridade à segurança dos colaboradores contribuem para uma cultura empresarial na qual os colaboradores são motivados a trabalhar mais produtivamente e a contribuir significativamente para o sucesso da empresa.   

   

 Conclusão     

Quando mudanças no programa de proteção respiratória estão no ar, sua avaliação e recomendações devem responder perguntas como:     

   

• Quão bem as mudanças propostas respondem às necessidades dos colaboradores quanto a conforto e desempenho? 

• As novas tecnologias satisfazem os objetivos da empresa de reduzir passivo e aumentar a proteção do colaborador   através do aumento da aceitação do usuário?    

• Os novos produtos atendem a outros objetivos específicos, como redução de custos e inventário? 

• As mudanças auxiliarão a simplificar o treinamento do usuário, reduzir o trabalho administrativo, aumentar a produtividade   e aperfeiçoar a cultura da empresa? 

   

 Quantificar e qualificar os prós e contras de cada um dos fatores acima, assim como se aplicam ao seu ambiente detrabalho, proporcionará uma base adequada para tomar uma decisão sobre quais mudanças devem ser introduzidas no seu programa de proteção respiratória. 

 

 

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